Talvez o próprio suspiro,
Que não dou...
Serei, e sou
O pobre mendicante,
Das coisas vazias, mortas,
De um palácio distante,
Que me fechou as portas...
A felicidade é uma coisa tão simples,
Tão fácil e tão efémera...
Nasce da madrugada mais inútil,
Desperta ao despontar de cada aurora,
Alimenta a nossa alma, o coração
E parte numa noite de frustração...